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Distribuição Criogénica: Inovações em Segurança e Eficiência

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A indústria de distribuição criogénica tem como objetivo primordial a segurança do transporte. A introdução de inovações com vista a solucionar problemas de segurança e diminuir os riscos é constante. Além da segurança, a resolução de questões de eficiência é premente, de modo a diminuir os custos marginais num mercado extremamente competitivo.

As Características de Válvulas Criogénicas de Qualidade

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Válvulas criogénicas são válvulas destinadas a operar com materiais criogénicos, nomeadamente gases. Estes equipamentos são especialmente utilizados na indústria de petróleo e gás, dada a necessidade de conservar o Gás Natural Liquefeito (GNL) a temperaturas ‘criogénicas’, isto é, muito baixas. A indústria considera como criogénicas as temperaturas que descem a partir dos 144ºC negativos. Contudo, alguns profissionais entendem que a partir dos 73ºC negativos já é necessária a utilização de válvulas especializadas e capazes de resistir à pressão dos materiais.

Aquisição de Tecnologia Criogénica

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A criogenia está a ser aplicada ao setor da extração de gás natural, nomeadamente ao sub-setor da extração em alto mar. Novas tecnologias permitem a produção de Gás Natural Liquefeito (GNL) logo em alto mar. Para que se mantenha em estado líquido, o gás natural deve ser mantido a temperaturas muito baixas, abaixo dos 160ºC negativos. Para assegurar a exequibilidade e a segurança desta operação, a implementação de técnicas criogénicas tem-se revelado fundamental.

O Que é a Criolipólise?

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A criolipólise é um tratamento médico, destinado a combater o excesso de peso e a acumulação de gordura localizada, com recurso ao frio extremo, aplicado sobre os tecidos adiposos que o cliente queira eliminar. Trata-se de mais uma forma de aplicação da criogenia e de técnicas criogénicas à medicina, neste caso não à investigação mas à implementação de tratamento. A criolipólise tem vindo a ser aplicada no Reino Unido e começa a ser vista como uma alternativa aos tratamentos de lipoaspiração.

Criónica e Nanotecnologia: Poderemos Realmente Viver Para Sempre?

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Como é sabido, a criogenia é associada, de forma corrente, à possibilidade de imortalidade, através da eventual criopreservação do corpo humano até uma data incerta, algures no futuro. Este ramo da criogenia é designado cientificamente como “criónica.” A ciência diz-nos que será possível “congelar” um corpo até a uma data posterior, mas não há pistas sobre como prolongar a vida depois do processo de “reanimação”, ou seja, de retirada do corpo do estado criogénico. Tal operação não seria possível, no momento atual.

Contudo, a combinação da criónica com a nanotecnologia pode vir a alterar este cenário.

Nanotecnologia e nanobots

A nanotecnologia é a ciência que estuda e desenvolve técnicas de manipulação da matéria numa escala infinitamente (ou quase) pequena, ao nível de moléculas e átomos. Se o Homem podia até agora observar e estudar átomos e moléculas, no futuro poderá vir a construir equipamentos desse tamanho. EnquantoNanobots unidade de medição, um nanómetro corresponde a um milionésimo de um milímetro, ou seja, uma unidade um milhão de vezes mais pequena que um milímetro.

A biomedicina, a produção de semicondutores e a construção de materiais nanocompósitos são algumas das áreas que estão a receber os primeiros impactos nesta área.

Espera-se que a construção de robots de um tamanho “nano” venha a revolucionar a área da saúde; um nanobot poderia, por exemplo, procurar e destruir, uma a uma, as células constituintes de um cancro.

Serão os nanobots um passo para a imortalidade?

A criopreservação suspende todas as reações bioquímicas das células e dos tecidos humanos, impedindo a sua degradação. Um corpo que seja imediatamente criopreservado após a morte poderia, desta forma, aguardar até que a tecnologia dos nanobots se desenvolva ao ponto de conseguir, num futuro mais ou menos distante, reanimar o corpo de forma a “corrigir” o problema e inverter o processo de morte. No momento atual, este é mais um cenário de especulação do que de certeza, mas será certamente um tema de debate para o futuro, tal como a clonagem e a investigação de células estaminais o são no presente.

Nova Tecnologia Criogénica Reduz Significativamente a Campylobacter em Galináceos

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As tecnologias criogénicas têm também um papel na manutenção de altos padrões de qualidade e segurança alimentar. Em 2013, o Grupo Linde divulgou resultados positivos relativamente ao ensaio de uma nova tecnologia criogénica com vista ao combate à bactéria Campylobacter. A Food Standards Agency, agência governamental britânica equivalente à ASAE, tinha um plano com objetivos de redução da Campylobacter até 2015, e esperava-se que a “Rapid Surface Chilling” pudesse ajudar neste objetivo.

A bactéria Campylobacter encontra-se à superfície de quase todos os galináceos e é a causa mais frequente de intoxicação alimentar no Reino Unido, conhecida entre nós como campilobacteriose. Estima-se que existam anualmente cerca de 5.000.000 casos, implicando 80.000 consultas médicas; em 2012, terão morrido 85 pessoas devido a esta simples bactéria. Estima-se também que este problema represente, por si só, mais de metade dos custos totais para a economia britânica relacionados com problemas de saúde do foro alimentar.

A tecnologia “Rapid Surface Chilling” (Arrefecimento Rápido da Superfície) consiste na aplicação de um vapor criogénico sobre a superfície da galinha ou do frango. O vapangstrom-advanced-released-new-designs-its-verde-cryogenic-nitrogen-oxygen-technology-39170-9926077or é à base de nitrogénio líquido, um gás que se mantém líquido enquanto estiver a temperaturas criogénicas, isto é, extremamente baixas. A carne é vaporizada com nitrogénio a 196ºC negativos, eliminando a bactéria de imediato. O processo não tem qualquer influência na textura, na cor ou no sabor da carne; na verdade, a congelação criogénica é um método crescentemente utilizado pela indústria alimentar, principalmente em casos em que é necessária uma técnica mais eficaz, quando os alimentos se degradam rapidamente, como é o caso do marisco.

A “Rapid Surface Chilling” foi desenvolvida pela empresa Bernard Matthews em parceria com a própria Food Standards Agency. Pretendia-se reduzir a percentagem de galináceos infetados com Campylobacter de 27% para 10%. Anualmente, são consumidos 800 milhões de galináceos no Reino Unido.

Em maio de 2016, um relatório da Bernard Matthews reitera que esta técnica criogénica consegue reduzir a presença da Campylobacter até 90% dos casos, e insta a Food Standards Agency a implementar medidas para que este método de preservação dos alimentos seja adotado em larga escala.